
O furto de uma galinha acabou levando a Polícia Militar a um possível ponto de comercialização de drogas no bairro São Francisco, em Cláudio, no Centro-Oeste de Minas Gerais. A ocorrência, registrada na tarde desta sexta-feira (30), terminou com três homens presos e 17 pedras de crack apreendidas, além de maconha, aparelhos celulares e dinheiro.
Por volta das 14h, militares da 139ª Companhia da Polícia Militar foram acionados após moradores conterem um jovem de 18 anos, suspeito de invadir uma residência e furtar uma galinha. Segundo o registro policial, ele carregava o animal dentro de um saco, sendo posteriormente reconhecido pela vítima como de sua propriedade.
Durante a abordagem, o jovem admitiu o furto e relatou aos policiais que costumava trocar objetos furtados por pedras de crack com um homem de 30 anos, conhecido pelo apelido de “B”, em um endereço do mesmo bairro.
A informação levou os militares até o imóvel indicado. Ao chegarem, encontraram dois homens na entrada da residência. Durante a abordagem, foram localizadas seis pedras de crack com o suspeito de 30 anos e dinheiro com outro homem, de 40 anos, que, conforme a PM, afirmou ter ido ao local para comprar drogas.
Diante dos indícios de tráfico, os policiais realizaram buscas no imóvel, acompanhadas por uma testemunha. No interior da residência, encontraram outras 11 pedras de crack, guardadas em uma caixa com dinheiro, além de um invólucro contendo maconha e aparelhos celulares sem notas fiscais.
Ao todo, a operação resultou na apreensão de 17 pedras de crack, uma porção de maconha, três celulares e R$ 62 em dinheiro. A procedência dos aparelhos também deverá ser esclarecida durante a investigação.
Os três envolvidos, de 18, 30 e 40 anos, foram presos e encaminhados inicialmente à Santa Casa de Cláudio para atendimento médico, sendo posteriormente apresentados à Delegacia de Polícia Civil para as providências cabíveis.
Segundo a Polícia Militar, os detidos possuem registros policiais anteriores relacionados a furto e uso ou consumo de drogas. Esses antecedentes, entretanto, não significam condenação pelos fatos investigados nesta ocorrência.
A ação foi realizada pela Polícia Militar de Minas Gerais, por meio da 139ª Companhia, vinculada ao 23º Batalhão e à 7ª Região da Polícia Militar.